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domingo, 22 de março de 2015 Fiba | 11:00

Um novo Ginóbili à disposição do basquete argentino

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Ao longo da última década e meia, Manu Ginóbili foi um dos líderes dentro de quadra da geração que permitiu ao basquete argentino viver os melhores momentos da sua história. A carreira dele já se aproxima do fim, é verdade, mas a safra futura de jogadores do país contará com os serviços de um outro representante da família. Isso porque Sebastian, irmão mais velho do ala-armador do San Antonio Spurs, foi anunciado como o novo técnico da seleção sub 19.

Sebastian Ginóbili: irmão de Manu é técnico da Argentina sub 19

Sebastian Ginóbili: irmão de Manu é técnico da Argentina sub 19

Sepo, como é conhecido na Argentina, tem 42 anos de idade. Passou 20 como atleta e foi campeão nacional uma vez, em 2008, com o Libertad Sunchales. Aposentou-se em 2012 e está apenas na segunda temporada como técnico.

À frente da seleção nacional sub 19, terá um grande desafio logo de cara: a disputa do Mundial da categoria, que acontece na Grécia entre os dias 27 de junho e 5 de julho. “Eu me sinto muito feliz porque é um grande evento”, afirmou Sepo, em entrevista ao site da Fiba, além de revelar o que Manu falou quando soube da notícia. “Ele me disse que atingi meu objetivo muito rápido, em somente dois anos. Ficou muito feliz por mim. Talvez ele acompanhe o torneio”, contou.

A Argentina fará parte do Grupo B no Mundial sub 19, ao lado de Espanha, China e Turquia. A classificação para a competição foi conquistada graças ao quarto lugar na Copa América sub 18 de 2014, da qual o Brasil foi eliminado ainda na primeira fase depois de perder todos os três jogos que disputou.

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quarta-feira, 30 de julho de 2014 Fiba | 14:01

Gigantes argentinos

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Manu Ginóbili, Luis Scola, Andrés Nocioni e companhia chocaram o planeta em 2004, quando colocaram a Argentina no lugar mais alto do pódio no torneio masculino de basquete das Olimpíadas de Atenas. A conquista acabou rendendo ao grupo a alcunha de “Geração Dourada”, que seguiu disputando as principais competições internacionais desde então na condição de protagonista. Hoje, às vésperas do Mundial, eles podem celebrar um outro feito importante na história do esporte do país. Desta vez, obtido fora das quatro linhas.

"Geração Dourada": vencedores dentro e fora de quadra

“Geração Dourada”: vencedores dentro e fora de quadra (Foto: Getty Images)

Nesta terça-feira, Ricardo Siri, que estava no comando da CABB (confederação argentina) após outros dois presidentes pedirem renúncia nos últimos meses, deixou o cargo. Outros seis dirigentes fizeram o mesmo e se mandaram. Resultado de uma pressão muito grande feita nos últimos dias pelos membros da “Geração Dourada”, que têm cobrado mudanças profundas na administração da entidade e não vão sossegar até verem gente em quem confiam na gestão. Algo que já foi explorado com mais profundidade neste espaço.

Veteranos que estão bem próximos da aposentadoria, Ginóbili, Scola e Nocioni poderiam muito bem se contentar em fazer do Mundial deste ano uma espécie de última reunião de um dos grupos mais especiais da história do esporte argentino. Seria apenas a competição de despedida da seleção nacional de atletas que fizeram muito por ela dentro de quadra. Mas isso tudo ficou em segundo plano. Até por estarem na fase final de suas respectivas carreiras, trataram de comprar uma briga para defender a situação daqueles que ocuparão seus lugares nos próximos anos.

Posicionaram-se com firmeza, mas não pediram nada de outro mundo daqueles que são responsáveis pela gestão da modalidade no país. Transparência e honestidade. Não é muita coisa, certo? Ameaçaram cruzar os braços e não entrar em quadra se não fossem atendidos, alegando que não seriam cúmplices de uma administração “horrorosa”, como classificou o próprio Scola.

A Argentina pode perder todos os jogos que disputar na Espanha e ser eliminada do Mundial logo na primeira fase. Não importa. Os representantes da “Geração Dourada” já deram mais uma amostra do quanto são vencedores.

E nunca é demais manifestar a torcida para que o movimento no país vizinho sirva de exemplo para os jogadores daqui. Afinal de contas, a CBB terminou o último ano com dívida acumulada de R$ 9,5 milhões. Na confederação argentina, para efeito de comparação, esse valor é de R$ 5,4 milhões.

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