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terça-feira, 17 de março de 2015 NCAA | 14:10

História ou zebra no March Madness?

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Chegou a hora do “March Madness”. A partir desta terça-feira, as principais equipes do basquete universitário norte-americano se enfrentam em partidas eliminatórias até sobrarem apenas duas, que medirão forças na decisão no dia 6 de abril. É ganhar ou voltar para casa.

Existe um favorito muito claro dentre todos os competidores. Trata-se de Kentucky, que venceu todos os 34 duelos que disputou até agora na temporada e tem a chance de se tornar o primeiro campeão invicto do torneio masculino desde 1976, quando o lendário técnico Bob Knight comandou Indiana ao título.

Karl-Anthony Towns: pivô de Kentucky pode ser o número 1 no Draft

Karl-Anthony Towns: pivô de Kentucky pode ser o número 1 no Draft

Logo após a conquista, três jogadores daquele time foram selecionados na primeira rodada do Draft da NBA. O ala Scott May teve o nome chamado pelo Chicago Bulls, o armador Quinn Buckner se juntou ao Milwaukee Bucks e o ala-armador Bob Wilkerson teve a oportunidade de começar a carreira no Seattle Supersonics. Nenhum deles brilhou com tanta intensidade assim entre os profissionais.

Do atual elenco de Kentucky, pensando no futuro dentro da NBA, os homens de garrafão talvez mereçam mais atenção. O pivô Karl-Anthony Towns, por exemplo, é um dos principais candidatos a encabeçar a lista de recrutados no Draft deste ano. Além dele, o também pivô Willie Cauley-Stein, o ala-pivô Trey Lyles e o ala-armador Devin Booker estão bem cotados na primeira rodada.

É claro que existe uma série de outros nomes promissores que estarão em ação nos próximos dias e devem ser observados. O pivô Jahlil Okafor, de Duke, e o armador D’Angelo Russell, de Ohio State, são dois deles. Isso para ficar apenas em exemplos de quem parece concorrer com mais força ao lado de Towns pelo topo do Draft.

Mas, do ponto de vista coletivo, não há como negar que as expectativas estão mesmo ao redor do desfecho da trajetória de Kentucky. Nos últimos 30 anos, todas as cinco equipes que chegaram ao “March Madness” com uma sequência de pelo menos 25 vitórias falharam na busca pelo título. Além disso, apenas três times conseguiram ser campeões logo no ano seguinte ao que perderam a final.

Ou os comandados de John Calipari entram para a história, ou uma grande zebra será vista nos próximos dias.

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terça-feira, 23 de setembro de 2014 NBA, NCAA | 08:00

Os 65 anos de Springsteen e o basquete

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Bruce Springsteen

Um dos artistas mais talentosos, criativos e inspiradores que a música já viu completa 65 anos nesta terça-feira. Trata-se de Bruce Springsteen, dono de uma coleção ímpar de sucessos lançados ao longo de mais de quatro décadas.

Muito bem, mas o que isso tem a ver com o basquete? Pouca coisa, na verdade. Mas o suficiente para justificar uma lembrança aqui neste espaço.

Natural de Nova Jersey, Springsteen viu o Nets se despedir de lá na temporada 2011/12. No último jogo antes da mudança para Brooklyn, o telão no ginásio mostrou uma série carinhosa de ex-jogadores. Jason Kidd, que defendia o Dallas Mavericks na época, e até mesmo Brian Scalabrine deram o ar da graça. Além disso, foi exibido ainda um vídeo com os melhores lances da equipe. O som escolhido para servir de trilha foi “Born to Run”, um dos vários clássicos produzidos pelo Boss ao lado da E Street Band.

Neste ano, ele encabeçou o March Madness Music Festival, no Texas — onde foi decidido o último título universitário. A apresentação aconteceu um dia antes de Connecticut se sagrar campeão com uma vitória sobre Kentucky e foi iniciada por uma versão de “Jump”, hino do Van Halen. Antes de começar a canção, Bruce perguntou: “isso tem a ver com basquete, não estou certo?”

Veja abaixo:

Está certo, Boss. Qualquer relação entre música boa e basquete é sempre bem-vinda.

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